Anuviei. Como não anuviar?! Mas, o verbo-nuvem é perfeito. O vento leva. E o sol encoberto desencobre-se. Bom, muito bom. Como dizem, siga la pelota.
Sobre o autor: Piero de Manincor Capestrani é servidor público estadual (com orgulho). Também é pai, filho, neto, sobrinho, tio, irmão, do Espírito Santo, amém. Adora escrever e ler. Não conseguirá ler todos os livros, mas continuará tentando. Sobre o blog: Escrita MCP nasceu em maio de 2013. Forma natural do transbordo da escrita. O papel se sente tão solitário na gaveta. Pede mais. Não há só literatura, nem só Direito, nem só desenhos, fotos, vídeos. Nada só. Tudo sobra.
27.8.17
26.8.17
III, de VII
32 anos. Inta, Inda. Longe dos enta, guenta.
Então, tudo parece distante. A morte, a vida, o trabalho, as relações, a família. Distância no sentido de tempo, não de metros. Aliás, já tenho os centímetros que consegui alcançar (risos).
Saúde em trânsito, estudos, conhecimento. Parece que a vida adulta chegou. As responsabilidades, o começo de uma nova fase. Mas, é caminho longo, firme, com obstáculos e dúvidas. Desprendo-me com cautela, inseguranças e birras, ainda. Inta.
Sorrio, graças a Deus. A infância dos seus números primeiros e únicos não é eterna e nem deveria ser. A adolescência tem ainda sua enorme singularidade numérica e transformações mil. E aí também finda a juventude dos inte, inté breve. Passa voando.
É bom crescer, amadurecer. E o envelhecer deixo para oportunamente.
Então, tudo parece distante. A morte, a vida, o trabalho, as relações, a família. Distância no sentido de tempo, não de metros. Aliás, já tenho os centímetros que consegui alcançar (risos).
Saúde em trânsito, estudos, conhecimento. Parece que a vida adulta chegou. As responsabilidades, o começo de uma nova fase. Mas, é caminho longo, firme, com obstáculos e dúvidas. Desprendo-me com cautela, inseguranças e birras, ainda. Inta.
Sorrio, graças a Deus. A infância dos seus números primeiros e únicos não é eterna e nem deveria ser. A adolescência tem ainda sua enorme singularidade numérica e transformações mil. E aí também finda a juventude dos inte, inté breve. Passa voando.
É bom crescer, amadurecer. E o envelhecer deixo para oportunamente.
25.8.17
466 postagens
Obrigado. Não teria conseguido sem você, leitor. Esses mais de 4 anos estão sendo ótimos. Este blog tem me dado muito orgulho e prazer na escrita. Vamos em frente, rumo ao um milhão de visualizações e 1.000 postagens.
Quem é você?
Você sabe? Seus próximos sabem? Gosto de escrever. Acredito que a comunicação escrita revela muito de nós. Para nós mesmos, inclusive. E o diário, sincero, é o grande meio para tanto. Não é coisa de menina. Para com isso, kkkk. São apenas palavras, suas. E lembranças, sim. Um livro não é muito diferente disso. Aliás, diários já se transformaram em livros, de muito sucesso, observe-se. Como, por exemplo, "O diário de Anne Frank". Tenha um diário. Reveja sua vida de tempos em tempos. E se surpreenderá. Esquecemos de muitas coisas. Mas, todas passaram e é saudável lembrar delas. Das felizes e das nem tanto, pois as superamos.
Abaixo tem uma foto da capa do meu terceiro diário (já tenho mais de dez cadernos cheios, mesmo nessa era da informática e tendo começado nela, em 2002). E outra de uma página dele, na época do final da Faculdade de Direito, em 2009, quando eu tinha 24 anos, há 8 anos. Não consegui dormir de preocupação, haha. Faltava a nota de Civil X. Pedia a Deus pela aprovação. Demais. Ia lá lembrar hoje disso?! E hoje é a matéria que eu mais uso profissionalmente. Sempre foi. Civil e Processo Civil. As melhores, claro, hehe.
Abaixo tem uma foto da capa do meu terceiro diário (já tenho mais de dez cadernos cheios, mesmo nessa era da informática e tendo começado nela, em 2002). E outra de uma página dele, na época do final da Faculdade de Direito, em 2009, quando eu tinha 24 anos, há 8 anos. Não consegui dormir de preocupação, haha. Faltava a nota de Civil X. Pedia a Deus pela aprovação. Demais. Ia lá lembrar hoje disso?! E hoje é a matéria que eu mais uso profissionalmente. Sempre foi. Civil e Processo Civil. As melhores, claro, hehe.
Texto fotográfico, II de VII
Sou católico. Fui batizado há pouco tempo. Conheci de perto outras religiões e cheguei a frequentá-las. Todas com o mesmo núcleo: respeito, caridade, oração, empatia, união social.
Não gosto da espécie de rixa entre alguns seguidores. A religião "x" é melhor por isso ou aquilo. Não. Todas possuem seu valor. E, já pensei em seguir um pouco de cada, mas hoje sei que é melhor a fidelidade a uma só.
A religiosidade, aliás, é ainda mais valiosa. Já disse Jesus que mais importante que a manifestação externa é a interna. Os preceitos bíblicos não dependem de uma Igreja, dos homens para aderirem a você. A ligação com Deus é direta. O espaço litúrgico, sim, ajuda nessa conexão, porém, não a substitui. Sempre dependerá da sua fé, afinal. E, acredite, vale a pena essa intimidade. Esteja aberto. Leia a Bíblia ou outros livros de religiões sérias (você as reconhecerá). Frequente os locais religiosos. Conviva com as pessoas envolvidas.
Reze. Creia. Peça. Trabalhe. Viva em paz. Parece simples e, acredito, é mesmo.
Não gosto da espécie de rixa entre alguns seguidores. A religião "x" é melhor por isso ou aquilo. Não. Todas possuem seu valor. E, já pensei em seguir um pouco de cada, mas hoje sei que é melhor a fidelidade a uma só.
A religiosidade, aliás, é ainda mais valiosa. Já disse Jesus que mais importante que a manifestação externa é a interna. Os preceitos bíblicos não dependem de uma Igreja, dos homens para aderirem a você. A ligação com Deus é direta. O espaço litúrgico, sim, ajuda nessa conexão, porém, não a substitui. Sempre dependerá da sua fé, afinal. E, acredite, vale a pena essa intimidade. Esteja aberto. Leia a Bíblia ou outros livros de religiões sérias (você as reconhecerá). Frequente os locais religiosos. Conviva com as pessoas envolvidas.
Reze. Creia. Peça. Trabalhe. Viva em paz. Parece simples e, acredito, é mesmo.
24.8.17
Texto fotográfico - quinta à quinta - tema da semana: eu
Copio da fotografia mesmo. Ver a mesma coisa dia após dia e apreciar sua mudança, como as fotos mensais de um bebê. Com texto também se dá o mesmo. A palavra forma a eterna mutação das coisas. Fotografia escrita, enfim. O eu de hoje é diverso do de amanhã. A imagem é outra, portanto o texto também. Me acompanhe. Cada semana um tema diferente. Cada dia uma nova visão. E, de brinde, também uma foto do dia.
Prazer, Piero. Tenho também um sobrenome, na verdade, dois. De parentes muito distantes que não conheço bem a história. Os filhos deles herdaram o nome, e os filhos dos filhos deles e assim sucessivamente até meus pais. Gosto do meu nome e desses dois parentencos, mais em relação aos meus avós. Dos bisavós já pouco sei.
Já pensou nisso? Qual valor você dá para seu nome? Para a história dos seus pais? Por certo, alguma coisa de você, além da sua aparência, descende deles.
Cultura, trabalho, relações sociais, patrimônio, afeto, notoriedade, moral etc.
Acredito que nosso nascimento tem um significado. E nosso nome carrega esse ônus. Para uma evolução, claro. Não é?!
Prazer, Piero. Tenho também um sobrenome, na verdade, dois. De parentes muito distantes que não conheço bem a história. Os filhos deles herdaram o nome, e os filhos dos filhos deles e assim sucessivamente até meus pais. Gosto do meu nome e desses dois parentencos, mais em relação aos meus avós. Dos bisavós já pouco sei.
Já pensou nisso? Qual valor você dá para seu nome? Para a história dos seus pais? Por certo, alguma coisa de você, além da sua aparência, descende deles.
Cultura, trabalho, relações sociais, patrimônio, afeto, notoriedade, moral etc.
Acredito que nosso nascimento tem um significado. E nosso nome carrega esse ônus. Para uma evolução, claro. Não é?!
23.8.17
Quarta-feira
O dia canta
A pá lavra
O ócio cria
Nasci ontem
Não
Pude escolher o dia
Na quinta-feira
O Brasil não parece
(...)
Ter mudado muito
A semana é longa
A
Vida
Fuga
D'outra
Quarta-feira
A pá lavra
O ócio cria
Nasci ontem
Não
Pude escolher o dia
Na quinta-feira
O Brasil não parece
(...)
Ter mudado muito
A semana é longa
A
Vida
Fuga
D'outra
Quarta-feira
22.8.17
Sobre a família
Temos tantas opções quantas tivermos na vida, o que parece e, geralmente, é muito. Mas, qualquer caminho exclui o outro. E, nessas escolhas sempre estamos sós. Ninguém pode nos obrigar a fazer alguma coisa. Isso não existe. Claro, há a coação moral. Faça "sob pena de", ou até mesmo a coação física. No final, porém, temos a opção de viver ou não. Os assassinatos são outra coisa. Aí, realmente, cessada a vida que conhecemos, não posso escrever sobre o que não conheço.
No meio disso tudo, nas entrelinhas, há famílias. Do mais opressor ao mais bonzinho passaram pessoas na sua criação. Sua família. A tradicional pai e mãe ou várias outras.
Esse núcleo foi, claro, importante para o desenvolvimento da criança. Quanto mais sólido e harmônico melhor.
A família, sobretudo, pai, mãe e filho, tem algo sagrado. O amor, sim, tende a ser bastante desenvolvido. O processo da gestação, do nascimento e dos primeiros anos de vida são mágicos. A vida nasce quase do nada. De um espermatozóide e de um o óvulo. Organismos que se unem e geram um ser paulatinamente, etapa por etapa, em 9 meses. Nasce totalmente indefeso. Precisa ser alimentado, protegido, amado. Reage a tudo. É uma esponjinha. Cresce.
O pai, a mãe acompanham o filho. Torcem pelo seu bom desenvolvimento. E vai caminhando. Há enormes dificuldades no trajeto. Mas, segue. Família.
Um tema recorrente. Deve ter lá seu valor. Tem, claro (risos).
Cuide bem da sua.
No meio disso tudo, nas entrelinhas, há famílias. Do mais opressor ao mais bonzinho passaram pessoas na sua criação. Sua família. A tradicional pai e mãe ou várias outras.
Esse núcleo foi, claro, importante para o desenvolvimento da criança. Quanto mais sólido e harmônico melhor.
A família, sobretudo, pai, mãe e filho, tem algo sagrado. O amor, sim, tende a ser bastante desenvolvido. O processo da gestação, do nascimento e dos primeiros anos de vida são mágicos. A vida nasce quase do nada. De um espermatozóide e de um o óvulo. Organismos que se unem e geram um ser paulatinamente, etapa por etapa, em 9 meses. Nasce totalmente indefeso. Precisa ser alimentado, protegido, amado. Reage a tudo. É uma esponjinha. Cresce.
O pai, a mãe acompanham o filho. Torcem pelo seu bom desenvolvimento. E vai caminhando. Há enormes dificuldades no trajeto. Mas, segue. Família.
Um tema recorrente. Deve ter lá seu valor. Tem, claro (risos).
Cuide bem da sua.
19.8.17
Quanto essa coisa vale?
Sabe-se lá? Um real, dez, cem? Pago 300 reais. É sua. Pode levar.
Seu bem precioso vale o quanto você o valora. E, concordo, há "coisas" sem preço, graças a Deus.
Uma moeda de um real das olimpíadas, ainda em circulação. Quanto vale? Mais que um real? Se quiserem pagar, porquê não?
Uma moeda rara, antiga, ou decorativa e nem tão rara, mas há muito fora de circulação, sem valor econômico. Quanto vale? Difícil. Há todo um mercado de colecionadores. Leilões, feiras de antiguidades. Tudo bem. Você é livre para pagar quanto quiser em uma moeda velha e expô-la ou guardar na gaveta à espera de uma valorização. Tenho lá as minhas, como tantos outros. Talvez, quem sabe, meus bisnetos consigam algum trocado, ou não, e elas se percam no tempo em no baú do tesouro do fundo do mar.
As coisas, ah, as coisas. Ralamos por elas. Elas passam. Mas, sua função um dia foi mais valiosa. E uma ou outra merecem a lembrança. Adoro história. Adoro moedas carcomidas.
Seu bem precioso vale o quanto você o valora. E, concordo, há "coisas" sem preço, graças a Deus.
Uma moeda de um real das olimpíadas, ainda em circulação. Quanto vale? Mais que um real? Se quiserem pagar, porquê não?
Uma moeda rara, antiga, ou decorativa e nem tão rara, mas há muito fora de circulação, sem valor econômico. Quanto vale? Difícil. Há todo um mercado de colecionadores. Leilões, feiras de antiguidades. Tudo bem. Você é livre para pagar quanto quiser em uma moeda velha e expô-la ou guardar na gaveta à espera de uma valorização. Tenho lá as minhas, como tantos outros. Talvez, quem sabe, meus bisnetos consigam algum trocado, ou não, e elas se percam no tempo em no baú do tesouro do fundo do mar.
As coisas, ah, as coisas. Ralamos por elas. Elas passam. Mas, sua função um dia foi mais valiosa. E uma ou outra merecem a lembrança. Adoro história. Adoro moedas carcomidas.
18.8.17
Sandro Capestrani, escritor. Apoiador em destaque.
O escritor Sandro Capestrani ganha hoje um espaço de destaque no blog. Seu nome vai para a barra lateral de apoiadores, na versão web da página.
Sandro, natural de Assis, SP, mudou ainda pequeno para São Paulo. Cursou Direito e desde muito jovem escreve poesias. Hoje é advogado aposentado e mora em Vinhedo, SP, desde 2013. Já teve poemas selecionados em concursos literários e publicados em antologias. Estudioso da literatura em geral, fez curso de pós-graduação Formação de Escritores pelo Instituto Vera Cruz. Terá seu primeiro livro lançado ainda em 2017, pela relevante Editora Patuá, especializada em poesia. Este blog promoverá ainda mais sua importante obra. Temos um de seus poemas aqui publicado em postagem de 12.5.2014 (sem título, 11.8.1995).
Sandro Capestrani, obrigado pelo apoio. Será um prazer continuar divulgando seu bonito trabalho por essas bandas.
Sandro, natural de Assis, SP, mudou ainda pequeno para São Paulo. Cursou Direito e desde muito jovem escreve poesias. Hoje é advogado aposentado e mora em Vinhedo, SP, desde 2013. Já teve poemas selecionados em concursos literários e publicados em antologias. Estudioso da literatura em geral, fez curso de pós-graduação Formação de Escritores pelo Instituto Vera Cruz. Terá seu primeiro livro lançado ainda em 2017, pela relevante Editora Patuá, especializada em poesia. Este blog promoverá ainda mais sua importante obra. Temos um de seus poemas aqui publicado em postagem de 12.5.2014 (sem título, 11.8.1995).
Sandro Capestrani, obrigado pelo apoio. Será um prazer continuar divulgando seu bonito trabalho por essas bandas.
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