29.12.14

Bíblia.

A leitura continua. Comecei em 1º de novembro de 2.014 (veja a publicação de 3.11.2.014) e não há data para terminar. Sigo um ritmo constante. Em regra, todos os dias, a mesma quantidade (cerca de meia-hora por dia). Nesse ritmo, devo terminar a leitura em 10 meses. Mas é só uma previsão. Vamos ver. Estou hoje em Josué, 20. Seguirei. Com fé em Deus, sempre. Os frutos desse caminho, aliás, já estão sendo colhidos.





A religião de Tiago.


Tiago é cristão. Acredita em Deus e em Seu filho Jesus. Não era. Ou não sabia bem o que era, se era alguma coisa.
Buscou lá e cá uma religião. Quase todas que conheceu o agradaram. Pontos satisfatórios, fragmentos não tão interessantes. Chegou a tempo em que precisava escolher. Se aquela não satisfazia mais que a outra, também imperfeita, pior, para ele, era não seguir nenhuma.
Escolheu. Chamados (de Deus) uma, duas, três, várias vezes vieram e, enfim, aceitou Seu caminho para Tiago, o Catolicismo.
E assim é até hoje. Tiago frequenta a catequese, lê a Bíblia, vai às missas, pede, conversa, agradece e é ouvido por Ele.
Nesse Natal, conta Tiago, orou para que Deus enviasse uma mensagem para ser lida perante sua família. Ela veio. Muito bonita. E, por coincidência, diriam (não existem coincidências, porém), foi a mesma mensagem da última missa dominical, da Sagrada Família. Vale reproduzi-la:
Colossenses, 3:
Instruções para um Viver Santo
1Portanto, já que vocês ressuscitaram com Cristo, procurem as coisas que são do alto, onde Cristo está assentado à direita de Deus. Mantenham o pensamento nas coisas do alto, e não nas coisas terrenas. Pois vocês morreram, e agora a sua vida está escondida com Cristo em Deus. Quando Cristo, que é a sua vida, for manifestado, então vocês também serão manifestados com ele em glória.
Assim, façam morrer tudo o que pertence à natureza terrena de vocês: imoralidade sexual, impureza, paixão, desejos maus e a ganância, que é idolatria. É por causa dessas coisas que vem a ira de Deus sobre os que vivem na desobediência, as quais vocês praticaram no passado, quando costumavam viver nelas.Mas agora, abandonem todas estas coisas: ira, indignação, maldade, maledicência e linguagem indecente no falar. Não mintam uns aos outros, visto que vocês já se despiram do velho homem com suas práticas 10 e se revestiram do novo, o qual está sendo renovado em conhecimento, à imagem do seu Criador.11 Nessa nova vida já não há diferença entre grego e judeu, circunciso e incircunciso, bárbaro e cita, escravo e livre, mas Cristo é tudo e está em todos.
12 Portanto, como povo escolhido de Deus, santo e amado, revistam-se de profunda compaixão, bondade, humildade, mansidão e paciência. 13 Suportem-se uns aos outros e perdoem as queixas que tiverem uns contra os outros. Perdoem como o Senhor lhes perdoou. 14 Acima de tudo, porém, revistam-se do amor, que é o elo perfeito.
15 Que a paz de Cristo seja o juiz em seu coração, visto que vocês foram chamados para viver em paz, como membros de um só corpo. E sejam agradecidos. 16 Habite ricamente em vocês a palavra de Cristo; ensinem e aconselhem-se uns aos outros com toda a sabedoria, e cantem salmos, hinos e cânticos espirituais com gratidão a Deus em seu coração. 17 Tudo o que fizerem, seja em palavra ou em ação, façam-no em nome do Senhor Jesus, dando por meio dele graças a Deus Pai.
Responsabilidade Social
18 Mulheres, sujeite-se cada uma a seu marido, como convém a quem está no Senhor.
19 Maridos, ame cada um a sua mulher e não a tratem com amargura.
20 Filhos, obedeçam a seus pais em tudo, pois isso agrada ao Senhor.
21 Pais, não irritem seus filhos, para que eles não desanimem.
22 Escravos, obedeçam em tudo a seus senhores terrenos, não somente para agradá-los quando eles estão observando, mas com sinceridade de coração, pelo fato de vocês temerem o Senhor. 23 Tudo o que fizerem, façam de todo o coração, como para o Senhor, e não para os homens, 24 sabendo que receberão do Senhor a recompensa da herança. É a Cristo, o Senhor, que vocês estão servindo. 25 Quem cometer injustiça receberá de volta injustiça, e não haverá exceção para ninguém.” (NVI - http://www.biblica.com/es-us/la-biblia/biblia-en-linea/nvi-pt/colossenses/3/nvi/, 29.12.2.014)
Não há duvidas para Tiago, Deus existe, tem telefone celular, “whatsapp”, vinte e quatro horas por dia, todos os dias de todos os anos e eras. Acredite no Tiago.



28.12.14

Objetivo n. 332.

Publicar diariamente no blog. Para começar, meta dos 30 dias, a partir de hoje. 28.12.2.014 até 26.1.2.015. Me acompanha?


Decisões de fim de ano.

Fim de ano sempre o mesmo. João sentia vontade de fazer um milhão de coisas. Vou naquele lugar, ligarei para fulano, encontrarei beltrano. Escreverei tudo o que deixei de escrever durante os 355 dias anteriores. 
Afinal, os últimos dez dias do ano não tinham 24 horas para ele, mas 36. (Acontecimento não muito raro nessa época.) Nosso amigo aproveitava. Andava mais vezes de bicicleta, corria umas voltas extras na pista. Lia, passeava e descansava também.
E, claro, tomava suas decisões de fim de ano. Ah, ano que vem exercício quatro vezes por semana, sem exceção. Acordar cedo todos os dias, escrever com mais regularidade, aproveitar melhor o dia, televisão na não.
O ano vindouro, como sempre, vinha. Já o cumprimento das metas, bla bla bla. 28 de dezembro e ‘do ano que vem não passa’.
João, meu caro, o ano que vem não existe. Quando ele chega, já passou. Se vem, não vem, não é, será. E ‘será’ não alimenta, não tem energia. Amanhã, João, só Deus sabe.
Por isso, tire sua caneta de trás da orelha. Anote bem os ingredientes da receita de ano novo:
o   uma xícara de vontade;
o   uma colher de sopa de coragem;
o   500ml de iniciativa, e
o   um puxão no lóbulo auricular.  
Misture, dê uma chacoalhada e pronto, vá à luta.
Muitas grandes ideias nasceram dessa receita. Tente você também.
Entendido, João. É isso. Decidido está? Então, comece agora, não deixe para o ano que vem. Insisto, ele não existe.  

27.12.14

Para os que não têm tempo, não gostam ou têm preguiça de ler. Ouçam e vejam. Primeiro vídeo-texto.

O primeiro vídeo-texto. Espero que tenha ficado legal. É a leitura de um trecho de texto que escrevi em 26 de julho de 2.014. Estava em Monte Verde, MG, à passeio. Fazia frio e resolvi escrever sobre tema bastante presente nas páginas dos meus cadernos: a página em branco.


2.12.14

Sobre a felicidade.

O que é a felicidade? Sentimento ou movimento? Fim ou meio? Vida ou sobrevivência? Antônimo de tristeza ou apenas um canto de passarinho? Ela chega ou nós chegamos nela? Paciência ou sabedoria ou esforço Herculano? Tudo isso e mais um pouco ou nada disso e misturado?
Não sei dizer.
Tão pessoal e, ao mesmo tempo, impessoal, essa “coisa” é dos maiores mistérios que temos. Se dinheiro não traz felicidade; o amor insatisfeito é matéria musical, literária, política e artística em geral; a perseverança o atalho para o sucesso, as frases são o alcance do sujeito. Mas não são.
Essa tal felicidade é algo muito maior que uma definição tinteira. É organismo vivo e mutável. Detém infinitas partículas, de sabe-se lá o que, em constantes esbarrões, explosões, transformações e mútuas difamações.
O ser humano, assim, é escravo e senhor, papel e caneta, universo e elétron, resultado e elemento. Quando termina, começa. Não se satisfaz e, por isso, questiona, anima e desanima desejos, vaga ao encontro do conforto, do sentido de viver. Talvez aí a tal felicidade. Na consciência.
Vivo e, se vivo, vivo. E basta. Se ligarem o modo “hard”, como dizem, que bom. Aprendizados, experiências, superações e força motriz. Se no “easy”, respiro, descanso, preparação. Como nada é 100% ruim ou bom ou, ainda, imutável, eterno, acreditemos na felicidade. Ela, afinal, mais que sentimento ou momento ou fim ou meio etc., não é, será.
Felicidade e vida é a mesma coisa. Não se separam. Então, não se misturam. Todos, vivos, possuímos felicidade. Encontre-a. Não nele, naquilo, naquele lugar, nesse instante, mas em você mesmo. Todos somos capazes de sermos felizes. Descubra, permita essa capacidade-vontade e será também. Feche os olhos, aquiete-se, preste atenção na sua respiração (sim, você está respirando agora, hehe).
Portanto, sim por fim, o que de pior você imagina que possa te acontecer hoje, pois é só o que você tem, já que amanhã ainda não veio? Dor física passa, muda, é perceptível e podemos conversar com ela. Dor espiritual, mental, em certo nível, não é, não somos mais. E, antes disso tudo, como mais importante ainda, permitida a vida, vivendo-a, mais árdua que pareça, mesmo assim, vivemos.

A felicidade vive.


A música inspira, com certeza. Já estava pensando em escrever sobre a felicidade. A música 'Felicidade', cantada por Lupicínio Rodrigues, deu um empurrãozinho.

Curtam essa bela letra. 




Felicidade foi-se embora
E a saudade no meu peito ainda mora
E é por isso que eu gosto lá de fora
Porque sei que a falsidade não vigora
Lá onde eu moro tem muita mulher bonita
Que usa vestido sem cinta e tem na boca um coração
Cá na cidade se vê tanta falsidade
Que a mulher faz tatuagem até mesmo na pensão
Felicidade foi-se embora
E a saudade no meu peito ainda mora
E é por isso que eu gosto lá de fora
Porque sei que a falsidade não vigora
A minha casa fica lá detrás do mundo
Mas eu vou em um segundo quando começo a cantar
E o pensamento parece uma coisa à toa
Mas como é que a gente voa quando começa a pensar
Felicidade foi se embora
E a saudade no meu peito ainda mora
E é por isso que eu gosto lá de fora
Porque sei que a falsidade não vigora
Na minha casa tem um cavalo tortilho
Que é irmão do que é filho daquele que o Juca tem
Quando eu agarro seus arreiros e lhe encilho
Sou pior que limpa trilho e corro na frente do trem
Felicidade foi se embora
E a saudade no meu peito ainda mora
E é por isso que eu gosto lá de fora
Porque sei que a falsidade não vigora

Fonte: http://letras.mus.br/lupcinio-rodrigues/47152/




13.11.14

O 'álcool' venceu a enquete. O texto: A nuvem Rosa.

Entre os temas 'trabalho', 'religião', 'solidão' e 'álcool', este último recebeu mais votos.

Muito bem. Segue abaixo, o texto prometido. Bom, ruim, muito bom? Cliquem, comentem, interajam. Abraço. Muito obrigado mesmo pelos votos.



A nuvem rosa era azul. Não sua coloração, rosácea mesmo, mas seu humor. Azul azul amanhecia e percorria o céu. Não naquele dia, porém.
As nuvens dificilmente estão sós. De existência tênue, costumeiramente se ajuntam para prolongar sua beleza. Elas não gostam de desaparecerem não.
Nossa nuvem é a nuvem Rosa. Nascida em entardecer na Serra São José, quando conheceu o Seu Zé tinha apenas cinco minutos de clarão.
Era dia seco, quente e abafadão. A Rosa estava sozinha lá em cima. E, porque não sabemos, pousada bem em cima da chácara do Zé.
O Zé era mais um desses cumpadi que nós da cidade temos aquela invejinha. Acordava com os primeiros raios, tomava café de coador, broa de milho, leite quente fresco, queijo mineiro. À tarde, doce de leite, mais café fresco, pão de queijo, polvilho. O tempo parece que corre mais lento, que é mais longo. Das últimas luzes do sol tirava seu sono, percebia a mudança dos sons da natureza, dormia até o astro acordá-lo de novo. O bisavô, o vô, o pai, de outros nomes (Joaquim, Abreu, João), com iguais histórias de roça. Poucas posses, muito trabalho, ritmo do fumo de corda. Planta, cuida, nasce e come.
Nossos amigos naquela tarde se cruzaram. Na verdade, não foi bem cruzamento, já que o Zé, a essa hora, como sempre, estava na rede do copiar olhando a São Domingos com um olho só. Foi mais um esbarrão. Daqueles de destino, sabe?!
Foi assim que a nuvem Rosa conheceu o Zé. Por acaso, no ocaso. Fixou-se naquele ponto do céu baixo, segurando-se nos ramos de uma árvore pequena. E era como se estivesse sido criada para ele. Já o Zé, com o sono à galope, não deu muita bola à Rosa. Viu que não viu, dormiu.
Bem que o povo daquela pequena vila serrana comentou no dia seguinte: “viram quela nuvi bunita ontem d’arde?!”, ficou parara bem uns cinco minuto só ela lá no arto, nunquitinvisto isso, sô.”
“Vi sim”, disse Seu Zé, já di pé no bar em frente à igreja. “Ela paricia qui tava de oio nimim, coisi di doido. Fiz que não fiz e fechei os zóio, achei mió. Quando fecho os zóio eu sumo. Num é assim?! hehehe hehe he.”
Quanto à Rosa, sem olhos, com milhares de partículas de lá para cá e acolá, ao invés, havia ficado uns, na verdade, sete minutos estática lá. Se podia não podia, mas ficou. Dia seguinte, tão quente quanto, lá novamente ela, dessa vez, sobre o quintal do Zé. Baixa, escondida entre dois morrinhos e uma dúzia de árvores médias. Bem que só dava para o Zé vê-la.
Viu. O olho aberto abriu mais um cadinho e logo fechou. Medo o Zé sentiu. “Cá que essa nuvi pareceu de novo? Vô abri num vô abri?” Abriu. Tava ela um pouquinho mais baixa. Mais perto da altura do telhado da casinha térrea. “Oi.” “Oi?! Falou, quem falou? Onde tá tu, tatu?”
É bem verdade que Seu Zé tinha bebido pouco a mais queledia. Calor, papo baum, a história da nuvi. Bebeu sim. Mais isso deixa a história melhor. Nunca saberemos se o “oi” e os próximos fatos realmente aconteceram ou se não passaram de imaginação do Zé.
Dia seguinte, mesmo tempo seco. Pó-poeira. Seu Zé contou para os cumpadi sobre o “oi”. Não deram corda, conheciam o már da cachaça. Pálpebras baixas, cara rosada-avermelhada, sorriso fácil, cansaço, muito torpor para um homem só. Zé incucado manteve os dois olhos bem abertos naquele fim de tarde. Espera, espera. Sono, dormiu.
Acordou com frio. Abriu devagarinho os olhos e o ar estava esfumaçado. “Eita, não pode ser queimada. Esse frio, meu Pai do céu?! E tá tudo meio rosa, ixe.” Saiu da rede, passos até o quintal, viu a varanda metida em neblina. Fora de lá, quente. “É quela nuvi doida. Vô é pra perto das vaca, lá é mió, lá é mió.” Foi. 
Nova tarde. Zé distraído, Zé beberrão, esqueceu da Rosinha e dormiu pesado na rede. A Rosa gostou. Observou o Zé, observou e observou.
“Que tá molhada essa grama? Tudo seco, sozinho, seco, triste, e meu quintal assim. A nuvem!”
E quela tardinha foi, dizem, única dentre tantas. Ele não bebeu. Esperou sentado e ela surgiu. “Oi.” “Oi”, disse o Zé. Ele podia ser desconfiado, supersticioso, e gostar da água de alambique sim. Porém, Zé era corajoso. Não logo. Mas a coragem vinha. Preguiçosa, mas vinha. Coragem daquela que vem com sentido, convicção, forte mesmo. “Sou a Rosinha.” “Aqui é o Zé.” “Não tem medo?” “De cobra, resfriado, revórvi e da seca. Nuvi é baum, é bunita.” Não disseram mais nada.
Passaram-se três dias. Nosso personagem passou eles “nas nuvens”. Do trabalho para a rede, sem bar. Achou ótimo. Ele não era alcóolatra. Bebia pouco, só que logo estava alterado. Há pessoas assim. Se continuava passava bastante mal. Bebia pouco.
No quarto dia, após quela tardinha boa: “sentiu minha falta, Zé?” “Sabia que ia vortá. Por que sozinha?” “Por pouco tempo. Logo virão meus parentes. Céu baixo, confusão, desaparecerei. A vida das nuvens é curta. Mesmo assim, como as borboletas, somos preparadas e conhecemos todo o ciclo por qual passaremos. As respostas, as perguntas e as charadas do mundo.” “Eita, conte pra eu, intaum.” “Não posso. Gostei de você, mas não posso. A nuvem não pode, mas brincalhona que é, interage com os seres humanos. Transforma-se em carneirinho, rosto, cavalo, baleia, urso, dentre tantas outras formas. Segue carros, caravanas e até conversa com caras especiais como você. Mas é só, e breve.” “Estou com sono, vô drumi. Chove ni mim não dona nuvi.”
Acredite se quiser, o Zé dormiu. Dormiu bem. A Rosa, cobrindo a grande claridade da lua, deixou a temperatura boa para ele. Fresco o suficiente, nem muito, nem pouco.
Seu Zé não viu mais a Rosinha. Dia que veio manheceu úmido, nublado. Depois do café quente, choveu. O Zé parou na beira do copiar, sorriu, e choveu também.









5.11.14

6.000 visualizações.

Muito obrigado. Continuarei o esforço para, com regularidade, preparar bom conteúdo. Voltem sempre. Grande abraço, Piero.




4.11.14

Inconformidade.

Inconformidade. Com a situação. Mas sou, estou conforme ela. Então, como imaginar disforme? Talvez seja eu, e não a ocasião.
Acessos seguros para lições novas. Ligações surpresas entretidas por mudanças climáticas. Quero, porém, rede, água de coco bem doce e gelada, pé na areia, vista para um belo trecho de mar.
Mar demais corrói. Volto para dentro. Quero lá fora. Chove, faz frio. Calor.
Do início me perco. Retorno, já que até agora continuo aqui. Distrações, distrações. Tempos de todas. Cidades, pessoas, virtualidades, compromissos todos, segundos poucos.
Minutos. Horas. Dias etc. Poucos? Não, muitos. Sempre? Hoje sim, ontem talvez, amanhã não sei, mesmo porque eles já passaram. Os que passarão, como diz o poeta, passarinho.
          Ponto.  

3.11.14

Clube do livro: Bíblia.


Dispensados comentários prévios sobre este livro, claro.

Já comecei. Estou gostando bastante.

Me acompanha?