31.8.17

FLIVI continua até domingo, 3.9.2017. Está um sucesso. Venham.

Nossa festa literária está ótima. A peça de teatro está linda, as palestras de muita qualidade, a estrutura toda feita com muito carinho. Também tem circuito Monteiro Lobato monitorado, feira de livros e comidinhas. Você não pode perder. Das 9h às 21h. Até esse domingo, 3.9.2017. Venha. Confira a programação abaixo.


Novo apoio em destaque: Renata Guastelli Paisagismo

Com muita alegria anuncio nossa mais nova apoiadora em destaque, Renata Guastelli Paisagismo. Seu logo agora consta na barra lateral direita do blog, com outros empreendedores parceiros de sucesso.
Empresa já consolidada em Vinhedo e região. Presta serviços de projeto e execução de paisagismo para residências e imóveis comerciais.
Paisagismo é uma arte, como a escrita. A harmonia com a natureza e sua apresentação ao cliente são trabalhos de muito valor. Muito orgulho de tê-la aqui, Renata.
Recomendo. Profissional de muito bom gosto e com equipe de primeira.

Contatos:

http://www.renataguastelli.com.br/
(19) 4119-2335  |  9 9889-2925
renata@renataguastelli.com.br

Avenida Brasil, 741  | Sala 03
Jardim Brasil  |  Vinhedo/SP


Eis as dez postagens mais visualizadas até hoje no blog. Confiram.

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7 de set de 2015, 2 comentários
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17 de jul de 2014, 2 comentários
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19 de ago de 2017
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27 de out de 2016, 3 comentários
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11 de jul de 2014, 2 comentários
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162

Tema da fotografia escrita da semana: óculos

Uso. Há 15 anos, já. No começo, só para dirigir, assistir aulas. Depois também para ver tv, andar na rua, ficar em casa. Precisaria para jogar basquete, mas me viro sem. Ainda não achei óculos esportivos que não embacem. Já tentei lentes de contato e pensei em cirurgia, mas não passei da porta do consultório. As ideias estão lá dentro ainda.
Não me incomodo em usar, pelo contrário. Os óculos são parte de mim. Uma identidade. Acostuma-se muito rápido e a briga interna para abandoná-los passa. Lá pela juventude, quando você imagina-se insuficiente para os outros, há um certo desgosto das lupas, mas depois, quando percebe-se que os outros pensam diferente mesmo e continuarão assim, você desencana. Deixa os óculos ao silencioso repouso na napa.
Morro de medo de lente de contato e cirurgia corretiva, na verdade. Entendo que não valem o esforço. E por mais que o risco seja bem pequeno, se acontecer alguma coisa, não terá muito o que fazer. É só uma vez.
Poxa, nossa visão é algo tão especial. Cuidemos bem dela, meu chapa. Quer usar os óculos (os óculos, e não o óculos, pelo amor, hein?!), use. Sem receio. Como diz a música: "eu uso óculos, oh oh."



30.8.17

Cinco bons começos de dia

Quando meu filho nasceu.
O nascer do sol em Farol de Santa Marta.
Acordar amanhã.
O canto do sabiá no domingo de manhã.
O sorriso do Pedrão ao meu bom dia.

VII. eu

Eu
Teu      seu
Meu
Nosso? Deles
Chegando ao final da série fotografia escrita. Sétimo recorte. Eu, o tema, ainda. Diferente de ontem, sou eu, é claro. Mas, como reconhecer meu ser se já não o sou?! Assim, vivemos em um eterno presente sem rastros, sem identidade. Queria ser amanhã diferente do que fui ontem. O que sou agora não importa tanto, desde que não seja mais. Não tem sentido, eu sei. Ou, talvez, tenha.
Precisava, de qualquer forma, trazer um texto por aqui. Não para você, óbvio que não. Para mim.
Volte sempre, sem dúvidas.

Café

Solúvel, pois já passei. Frutas, por favor. Pão de cada dia. Suco. Água. Esse o desjejum do Mané. Dia sim, dia também. Café puro, sem açúcar. É preciso sentir o gosto do grão. Não ferva a água, estraga o oxigênio da bebida estimulante. A fruta é equilíbrio. A água é água, ué. O pão é sustância. Café da manhã é, na verdade, do dia. Tome.


Sobretudo

Casaca de crocodilo palavra-chave dança final impostos e morte a promoção o filho o pai a saúde o riso o amigo o verbo
                                Sobretudo
A      v         i         d           a

29.8.17

Sua lista do bom sono

Dormir
Dormir mais
Acordar


Careta

Rio
      Porque rio
Só é
Pois, viu
A pedra
               O vazio




Poetarico

Fico
       Raro
Quero
           Quando
                         Cubro
Ontem

Quase sem vida

Dormiu? Menos
Comeu? Mal
Bebeu? Pouco
Viveu? Quase

Camelô

Vende-se
O quê?
Corre
Do quê?
Ganha
Quanto?

Camelou

Três razões para escrever

          Ser lido
Ler-se
                    Se ocupar


Seis dentes

Patrícia tem seis dentes
João só dois
Armando perdeu um, agora
Quantos implantes a Mara comprou?

Socorro

Pede quem ora
Já que a ponte não verga para o rei
Quem hoje ri, é porque ontem chorou

Meu caminho. Vi, de vii

Meu caminho é diferente do seu. Que é diverso do dela. Não tem nada a ver com o dele. É só meu.
E o que isso significa? Muito. Nem tudo o que funciona, funcionou com você será bom para mim. Seu ideal de sucesso é outro. Suas derrotas são outras. Seu sono não é igual ao meu descanso.
Então, deixe, respeite, entenda o caminhar do seu vizinho. Nem sempre estará errado só por ser tão esquisito. Sua amiga escolheu fazer tal coisa e você não concorda?! Acha errado?! Pense bem e veja se não há egoísmo seu. Ela pode, sim, optar por aquela opinião única.
Não prejudiquem ninguém, não queiram conquistar o mundo em um só dia (nem Deus conseguiu). O resto pode.
Eu me vejo como alguém diferente (todos já sentiram isso ou ainda sentirão). Parece que tenho ideias únicas. E tenho mesmo, por mais parecidas que possam ser com outras. São muito idiossincráticas, pois sou eu que as tenho. A mesma ideia em diferentes pessoas será única, particular. No seu nascimento, na sua execução, na sua gestão.
Você é você, meu amigo.


Luanças

Veio por volta das zero horas
      Janela limitada, show breve
Se ponho no telescópio dura dois, três olhos
      A rotação não para não
Hoje estava daquele jeito meio cadeira de balanço
              Sobe
         Desce
   Vai
        Volta
                Andanças nuas
Da lua

28.8.17

Mato quente. V

Sou o mato. Sempre fui.
O entardecer é alaranjado por causa da poeira. Sabia dessa? Nunca soube. Há pouco me disseram. Faz todo o sentido. É, realmente, uma boa hora para lembrarmos do pó. Essas partículas que tanto nos incomodam. Varre varre varre, aspira, pano úmido. Ele continua lá, em seguida, no ar. E repousa, rapidamente.
Sou o pó. Você também. E o mato. O mato quente, que arde, que não é só mato. É tudo. Acabemos com a Amazônia, claro. E com nós mesmos. Talvez, bem antes da derrubada da última árvore que consigamos derrubar. O resto é pó. Pó pó pó pó



27.8.17

Quatro, de sete. Anuviar.

Anuviei. Como não anuviar?! Mas, o verbo-nuvem é perfeito. O vento leva. E o sol encoberto desencobre-se. Bom, muito bom. Como dizem, siga la pelota.




26.8.17

III, de VII

32 anos. Inta, Inda. Longe dos enta, guenta.
Então, tudo parece distante. A morte, a vida, o trabalho, as relações, a família. Distância no sentido de tempo, não de metros. Aliás, já tenho os centímetros que consegui alcançar (risos).
Saúde em trânsito, estudos, conhecimento. Parece que a vida adulta chegou. As responsabilidades, o começo de uma nova fase. Mas, é caminho longo, firme, com obstáculos e dúvidas. Desprendo-me com cautela, inseguranças e birras, ainda. Inta.
Sorrio, graças a Deus. A infância dos seus números primeiros e únicos não é eterna e nem deveria ser. A adolescência tem ainda sua enorme singularidade numérica e transformações mil. E aí também finda a juventude dos inte, inté breve. Passa voando.
É bom crescer, amadurecer. E o envelhecer deixo para oportunamente.


25.8.17

466 postagens

Obrigado. Não teria conseguido sem você, leitor. Esses mais de 4 anos estão sendo ótimos. Este blog tem me dado muito orgulho e prazer na escrita. Vamos em frente, rumo ao um milhão de visualizações e 1.000 postagens.

Quem é você?

Você sabe? Seus próximos sabem? Gosto de escrever. Acredito que a comunicação escrita revela muito de nós. Para nós mesmos, inclusive. E o diário, sincero, é o grande meio para tanto. Não é coisa de menina. Para com isso, kkkk. São apenas palavras, suas. E lembranças, sim. Um livro não é muito diferente disso. Aliás, diários já se transformaram em livros, de muito sucesso, observe-se. Como, por exemplo, "O diário de Anne Frank". Tenha um diário. Reveja sua vida de tempos em tempos. E se surpreenderá. Esquecemos de muitas coisas. Mas, todas passaram e é saudável lembrar delas. Das felizes e das nem tanto, pois as superamos.
Abaixo tem uma foto da capa do meu terceiro diário (já tenho mais de dez cadernos cheios, mesmo nessa era da informática e tendo começado nela, em 2002). E outra de uma página dele, na época do final da Faculdade de Direito, em 2009, quando eu tinha 24 anos, há 8 anos. Não consegui dormir de preocupação, haha. Faltava a nota de Civil X. Pedia a Deus pela aprovação. Demais. Ia lá lembrar hoje disso?! E hoje é a matéria que eu mais uso profissionalmente. Sempre foi. Civil e Processo Civil. As melhores, claro, hehe.



Texto fotográfico, II de VII

Sou católico. Fui batizado há pouco tempo. Conheci de perto outras religiões e cheguei a frequentá-las. Todas com o mesmo núcleo: respeito, caridade, oração, empatia, união social.
Não gosto da espécie de rixa entre alguns seguidores. A religião "x" é melhor por isso ou aquilo. Não. Todas possuem seu valor. E, já pensei em seguir um pouco de cada, mas hoje sei que é melhor a fidelidade a uma só.
A religiosidade, aliás, é ainda mais valiosa. Já disse Jesus que mais importante que a manifestação externa é a interna. Os preceitos bíblicos não dependem de uma Igreja, dos homens para aderirem a você. A ligação com Deus é direta. O espaço litúrgico, sim, ajuda nessa conexão, porém, não a substitui. Sempre dependerá da sua fé, afinal. E, acredite, vale a pena essa intimidade. Esteja aberto. Leia a Bíblia ou outros livros de religiões sérias (você as reconhecerá). Frequente os locais religiosos. Conviva com as pessoas envolvidas.
Reze. Creia. Peça. Trabalhe. Viva em paz. Parece simples e, acredito, é mesmo.


24.8.17

Texto fotográfico - quinta à quinta - tema da semana: eu

Copio da fotografia mesmo. Ver a mesma coisa dia após dia e apreciar sua mudança, como as fotos mensais de um bebê. Com texto também se dá o mesmo. A palavra forma a eterna mutação das coisas. Fotografia escrita, enfim. O eu de hoje é diverso do de amanhã. A imagem é outra, portanto o texto também. Me acompanhe. Cada semana um tema diferente. Cada dia uma nova visão. E, de brinde, também uma foto do dia.

Prazer, Piero. Tenho também um sobrenome, na verdade, dois. De parentes muito distantes que não conheço bem a história. Os filhos deles herdaram o nome, e os filhos dos filhos deles e assim sucessivamente até meus pais. Gosto do meu nome e desses dois parentencos, mais em relação aos meus avós. Dos bisavós já pouco sei.
Já pensou nisso? Qual valor você dá para seu nome? Para a história dos seus pais? Por certo, alguma coisa de você, além da sua aparência, descende deles.
Cultura, trabalho, relações sociais, patrimônio, afeto, notoriedade, moral etc.
Acredito que nosso nascimento tem um significado. E nosso nome carrega esse ônus. Para uma evolução, claro. Não é?!


23.8.17

Quarta-feira

O dia canta
    A pá lavra
        O ócio cria
       
        Nasci ontem
           Não
        Pude escolher o dia
Na quinta-feira

O Brasil não parece
  (...)
Ter mudado muito

A       semana     é     longa
A
   Vida
            Fuga
D'outra
Quarta-feira


22.8.17

Sobre a família

Temos tantas opções quantas tivermos na vida, o que parece e, geralmente, é muito. Mas, qualquer caminho exclui o outro. E, nessas escolhas sempre estamos sós. Ninguém pode nos obrigar a fazer alguma coisa. Isso não existe. Claro, há a coação moral. Faça "sob pena de", ou até mesmo a coação física. No final, porém, temos a opção de viver ou não. Os assassinatos são outra coisa. Aí, realmente, cessada a vida que conhecemos, não posso escrever sobre o que não conheço.
No meio disso tudo, nas entrelinhas, há famílias. Do mais opressor ao mais bonzinho passaram pessoas na sua criação. Sua família. A tradicional pai e mãe ou várias outras.
Esse núcleo foi, claro, importante para o desenvolvimento da criança. Quanto mais sólido e harmônico melhor.
A família, sobretudo, pai, mãe e filho, tem algo sagrado. O amor, sim, tende a ser bastante desenvolvido. O processo da gestação, do nascimento e dos primeiros anos de vida são mágicos. A vida nasce quase do nada. De um espermatozóide e de um o óvulo. Organismos que se unem e geram um ser paulatinamente, etapa por etapa, em 9 meses. Nasce totalmente indefeso. Precisa ser alimentado, protegido, amado. Reage a tudo. É uma esponjinha. Cresce.
O pai, a mãe acompanham o filho. Torcem pelo seu bom desenvolvimento. E vai caminhando. Há enormes dificuldades no trajeto. Mas, segue. Família.
Um tema recorrente. Deve ter lá seu valor. Tem, claro (risos).
Cuide bem da sua.

19.8.17

Quanto essa coisa vale?

Sabe-se lá? Um real, dez, cem? Pago 300 reais. É sua. Pode levar.
Seu bem precioso vale o quanto você o valora. E, concordo, há "coisas" sem preço, graças a Deus.
Uma moeda de um real das olimpíadas, ainda em circulação. Quanto vale? Mais que um real? Se quiserem pagar, porquê não?
Uma moeda rara, antiga, ou decorativa e nem tão rara, mas há muito fora de circulação, sem valor econômico. Quanto vale? Difícil. Há todo um mercado de colecionadores. Leilões, feiras de antiguidades. Tudo bem. Você é livre para pagar quanto quiser em uma moeda velha e expô-la ou guardar na gaveta à espera de uma valorização. Tenho lá as minhas, como tantos outros. Talvez, quem sabe, meus bisnetos consigam algum trocado, ou não, e elas se percam no tempo em no baú do tesouro do fundo do mar.
As coisas, ah, as coisas. Ralamos por elas. Elas passam. Mas, sua função um dia foi mais valiosa. E uma ou outra merecem a lembrança. Adoro história. Adoro moedas carcomidas.





18.8.17

Sandro Capestrani, escritor. Apoiador em destaque.

O escritor Sandro Capestrani ganha hoje um espaço de destaque no blog. Seu nome vai para a barra lateral de apoiadores, na versão web da página.
Sandro, natural de Assis, SP, mudou ainda pequeno para São Paulo. Cursou Direito e desde muito jovem escreve poesias. Hoje é advogado aposentado e mora em Vinhedo, SP, desde 2013. Já teve poemas selecionados em concursos literários e publicados em antologias. Estudioso da literatura em geral, fez curso de pós-graduação Formação de Escritores pelo Instituto Vera Cruz. Terá seu primeiro livro lançado ainda em 2017, pela relevante Editora Patuá, especializada em poesia. Este blog promoverá ainda mais sua importante obra. Temos um de seus poemas aqui publicado em postagem de 12.5.2014 (sem título, 11.8.1995).
Sandro Capestrani, obrigado pelo apoio. Será um prazer continuar divulgando seu bonito trabalho por essas bandas.




17.8.17

Como lidar com a demissão? Três passos.

A sensação primeira de grama rala e seca. De insuficiência. Não consegui fazer a empresa dar certo. Fui um funcionário ruim. Depois, o nervosismo. Caramba, e agora? O empenho. Vamos lá, sairei dessa logo. O tempo.
Muitos brasileiros contam com o emprego, e só, para sua subsistência. A demissão, então, é muito negativa em um primeiro momento. Se a recolocação demorar e não tiverem ajuda financeira de familiares ou amigos, a coisa fica pior ainda.
Uma alternativa é abrir o próprio negócio, se virar. Mas, tudo exige um tempo de investimento e retorno. Uma empresa não nasce grande, lucrativa.
Ok. Vamos aos três passos para a superação. Ou, ao menos, sua tentativa.

1) Reavive seus contatos profissionais e pessoais. Aquele colega de estudos, de um antigo projeto de trabalho, o vizinho, o conhecido do comércio. Todos precisam saber que você busca uma oportunidade. Nunca se sabe quem pode conhecer a vaga ideal para você.

2) Estude. O tempo ocioso é caro. As coisas mudam muito rapidamente, ainda mais nas áreas profissionais. Então, você precisa estar atualizado. Procure cursos de reciclagem e tente produzir com o que de novo aprendeu.

3) Sim, abra uma empresa. Hoje em dia pode-se fazer de tudo com pouco investimento inicial. E mesmo vindo uma recolocação é possível continuar com o projeto. O aprendizado é enorme e garante uma segurança à mais na hipótese de uma nova dispensa. Ter mais de uma fonte de renda é um feito importante. Muitos empregados deixam seus empregos para tocarem seu novo negócio, tão certo que ele pode dar.

Não pense somente na empresa como a grande indústria, mas também na etimologia da palavra 'empresa', que significa também 'esforço para atingir um objetivo'. Exemplo: minha empresa hoje é colher todos os frutos daquela goiabeira. Amanhã talvez sejam duas goiabeiras. E depois pensará em como melhor investir os lucros da venda da goiabada.

Boa sorte.



16.8.17

Anuncie aqui

Na versão web, este blog possui uma barra lateral para anúncios. Dê uma olhada. Pelo celular, você precisa ir até o final da página e clicar "versão web".
Tenho me esforçado, há mais de  quatro anos, para manter este blog interessante. Tem dado certo. E recentemente consegui ampliar, e muito, sua divulgação e, consequentemente, seu número de acessos periódicos. Mês passado foram mais de 3 mil visualizações e em agosto devo conseguir ainda mais visitas. Já estou com 1.800.
Sua empresa pode apoiar esse crescimento e ao mesmo tempo divulgar sua marca e aumentar sua visibilidade. Meu perfil do Facebook, Piero de Manincor Capestrani, tem mais de 1.200 pessoas e participo de vários grupos de divulgações, englobando outras milhares de pessoas, inclusive um Jornal de variedades e anúncios, o Jornal Ponto de Vista, em que sou um dos editores. O Jornal caminha para 4 mil seguidores.
Consulte orçamento. E-mail: pi.m.capestrani@gmail.com
Whatsapp 11-97637-1240
E vamos juntos difundir cultura, entretenimento e bons negócios.


Imagine-se

Diz a crença para você imaginar-se lá. Já cheguei, fiz a cesta, consegui a grana, casei com ela. E a coisa simplesmente vem. Esse mantra não me anima muito, tampouco desanima. É bom acreditarmos em algo.
Imagine-se.
Voando. Já sonhou que voava? Não é incomum.
Suba um pouco, até a altura de uma casa padrão. Mais, além de um prédio de três andares. Montanha acima. Nuvens. Espaço. Não se preocupe, o frio e o ar rarefeito não o atingem.
Caiu. A flutuação cessou derrepente. A queda é bastante demorada. Mas, é só impressão, pois dura segundos. Antes da colisão mortal há uma suave desaceleração. Você afunda no mar. Cinco metros, dez, 100. Respira bem, enxerga bem. Para. Começa a nadar com destreza, como um peixe. Pula d'água. Floresta virgem, árvores muito altas e antigas. Bichos selvagens, mosquitos, muita chuva. Nada importa, a locomoção é tranquila. Cidade. Ninguém o vê. Atravessa paredes, percorre grandes distâncias na velocidade desejada. Não bastasse, consegue parar tudo e interagir. Mais: lê a mente das pessoas, move objetos com o pensamento, tem corpo super indestrutível, prevê o futuro.
Claro, tudo isso é tentador. As crianças querem, os adolescentes também, bem como, o adulto e o velho.
Basta imaginar? Se posso sonhar, posso realizar? Só o tempo dirá.