2.12.18

Amparo, 2 de dezembro de 2018.

6:13
Novamente despertei as 4h. Mais ou menos uns 30 dias consecutivos. Meta cumprida.
No caminho, outras metas também importantes. Hábitos.
Muito bem. Muito verde, pássaros, cachoeira. Ótimo. Preciso.

1.12.18

1° de dezembro de 2018

Amparo. Canto da Floresta, EcoResort
Parabéns, mãe. Que seja mais ano bom de vida. Conte comigo.
29, 9, 12, 4, 3 (dias das metas, senão me engano). Esqueci meu caderno de papel. Uso esse belo espaço virtual.
A vida segue. Vai tudo bem. Muito ainda a se conquistar. Muitas vitórias já alcançadas, graças a Deus. Família linda, especialmente os que estão aqui nesse lugar lindo para o fim de semana. Só falta a chuvarada dar uma trégua.

24.11.18

O Milagre da Manhã

Fonte Trebuchet, azul
Tamanho grande
Itálico
À direita

Há mais de 20 dias acordei, em todos eles, de madrugada, após apenas quatro horas do novel dia
Voluntariamente
Sim, claro, graças a um livro de auto-ajuda chamado O Milagre da Manhã, de Hal Elrod
Em geral, tem sido ótimo
Nunca tive tanto tempo
Nunca havia me dedicado tanto a mim mesmo
A técnica não é perfeita, como não sou perfeito
Mas, repito, o saldo é positivo
Em quase trinta dias da prática desafiadora digo, com certeza,
que minha vida
está melhor

Experimente

Não se arrependerá

Bom milagre

18.10.18

Aquele carro que passou

Estou no ponto de ônibus. Passa o carro do outro lado da estrada vicinal. Há tráfego bastante e consigo ver bem o motorista. Ele canta e olha para mim. Som alto, bem alto. Dust in the wind, Scorpions. Parece animado.
Gosto de imaginar o dia a dia da pessoa aleatória. Esse deve ter dormido mal - há mais de dia. Não tem as finanças em ordem. Tem crises familiares complexas. Seu trabalho é uma pasta digitalizada com algarismos que outro provisionou. Ele não deve estar bem, enfim. A janela do passageiro também está escancarada. São nove e quinze da manhã, apenas.
Amanhã talvez veja ele novamente. Com os vidros fechados. Ou, não veja. Nem ele a mim, nem eu a ele. Por termos nos atrasado, pela condução adiantada, pelo cisco no olho, pelo vizinho tagarela.
O carro se distancia. Ele, certamente, ouve a canção novamente. Gosta de fazer isso: ouvir a mesma metáfora seguidamente.
Poeira ao vento, tudo o que somos é poeira ao vento. Lembrei a letra. Faz sentido.




26.9.18

Sobre a vida. Capítulo dos milhares.

Sobre a vida, sim, há vida. Embora, havida, não pergunte se viva. No dia em que avisa, há algo estranho, já que se vive mesmo automaticamente. Porém, ah, porém, de vez em quando, avisto vir a vinda dela. Então, a vida vem e vai misturada. Há momentos bem-vindos e outros malquistos. E vamos em frente, pois, no meio, também se vive.


11.9.18

347 vitórias

E se agora pensarmos nas vitórias? Pequenas, grandes, antigas, recentes, solitárias, conjuntas etc. São poucas, muitas? Qual a comparação válida, útil? O vizinho parece ter tantas mais? Os amigos das redes sociais, então?! Vixe.
Não. Temos nossa história. E vivemos, nós mesmos, toda ela. Cada segundo. Sabemos sobre o que importa. Sobre as boas realizações. Em comparação a nós próprios. E basta.

Eu. Posso contar 347 vitórias, com certeza. Graças a Deus. Com facilidade, aliás. E, imagino, qualquer um também pode. Afinal, a vida, o tempo, a felicidade, a beleza, tudo de bom é tão relativo.
Minha conquista em um campeonato de lances livres pode ser contestada. O oponente teria ganhado, senão optasse por mais uma rodada de 10 lances. Quis provar seu valor diante do placar apertado. Ganhei.
A vitória do desafio de três pontos também foi justa. Na rodada final meu adversário errou todas as cestas. Eu acertei uma. Ganhei.
Regras são regras. Há cestas mais ou menos belas, como muitas que já converti.
Na minha profissão também ganhei lá meus casos. Alguns, sim, com mais pelejas. Outros, por sorte, talvez.
Na vida pessoal, idem.
Meu filho é tão lindo. Minha esposa. Minha família. Amigos.
Vitórias.
Derrotas.
Seriam as derrotas apenas derrotas?
Antes que eu ganhasse meu primeiro campeonato de basquete perdi tantos jogos e campeonatos. Lembro de um jogo contra um time do ABC em que meu time perdeu de uma diferença enorme de pontos. Quase saímos da quadra sem marcar. Tudo bem. Doeu muito mais outro jogo que perdemos por um único ponto. Seria a nossa primeira vitória. Perdemos muitos jogos. Depois ganhei tantos outros. Fui cestinha. Ganhei um campeonato. Passei a me reconhecer um vencedor. Não desisti.
Comecei a escrever há alguns anos. Lembro da minha primeira poesia. Rimas simples, rasas. Não que tenha mudado muito. Poesia não é minha preferência. Gosto de prosa. De crônicas, de contos. Sim, evoluí. Já tive textos publicados em jornais. Mantenho este blog desde 2013. Seus acessos crescem sempre.
São exemplos de vitórias.
Lembre das suas. Celebre sua trajetória. Tome cuidado com comparações. Sinta antes seu caminho. Seu sentido. Todos temos aquele feeling pessoal das coisas. Sabemos o caminho certo. E se tentarmos, com garra, conseguimos.
Saúde. Um brinde ao dia de hoje. Que amanhã a bola possa fazer outros chuás.


8.9.18

Virtual

Há dois caminhos
Sempre?
Quão real é a realidade? O dia termina, o pó permanece. Inalamos.
Nova hora. Engano. O quebra-cabeça emperra. Nem toda palavra é simples. Nem todo o dicionário está próximo.
Há alegria. Sim. Vazio, também. E duas, cinco, sessenta semanas. 
Se aquilo também passa, agora idem. 
Claro que é foda, difícil. Mas, se você fizer, se começar, ah, terá mais chances. 
Terminou? Sim, claro. Pense, faça. E tente novamente. 
O escuro existe. 
Você também.
Permaneça mais um pouco.
Sobreviva.
A última peça só foi criada porque houve uma primeira. Não é?! Claro que sim. Comece.



12.8.18

II FLIVI - Festa Literária de Vinhedo. 27/08 a 02/09/2018.

Caros, ano passado foi um sucesso. Homenageamos o querido Monteiro Lobato. Esse ano, entre 27/08 a 03/09/2018, serão muitas atividades em homenagem ao nosso Mauricio de Sousa e sua incrível Turma da Mônica. Teremos o circuito Mauricio de Sousa, peça de Teatro, palestras de escritores, música, livraria e café. Venham. No Teatro de Vinhedo (entrada e atividades gratuitas) e no Hotel Intercity (Encontro Nacional de Escritores, no fim de semana do dia 01/09). A programação completa está no link:  http://flivi2018.com.br/programaccedilatildeo.html ACESSEM.




3.8.18

Resenha: Olhos d'água, de Nilton Gutierrez. Editora In House. 2018.

Se há curvas nas mulheres, há também na escrita. Ela não é o pé mais ou menos belo, tampouco o seio atraente ou nem tanto. Mas, todo um conjunto erótico-artístico-místico-particular.

O livro do nosso amigo Nilton chegou a mim com entusiasmo. Como outros, queria muito ver a impressão tentadora de minhas poucas palavras no papel limpo. Minha frase cedida ao autor estava lá. Publicar é algo mágico. O êxtase de muitos escritores. Devorei o livro. Rapidamente. Teria que conhecer as palavras próximas das minhas.

Gostei. O livro é envolvente. O enredo é bem construído. Os personagens ganham vida, realmente. Suas personalidades são verossimilhantes.

A história percorre abismos conhecidos. São Paulo, capital X interior de Alagoas. Riqueza, pobreza. Fartura, fome. Drogas, sucesso. Carinho, crueldade. Amor, ódio. Tudo isso, na pele dos amigos Teo e Raimundo. Separados nos rumos dos migrantes, percorrem caminhos opostos. Há uma reviravolta. E um final surpreendente que não vou contar, claro.

Os personagens secundários são também marcantes. A inocente (por pouco tempo) Francinete. A ruiva Ritinha, que garante a força de uma das melhores partes da obra.

Mais: o autor, e gosto muito desse estilo, não resiste, e coloca o rosto na fresta da janela do trem. Grita. Opina. Diz. Ótimo.

Enfim: leia. Irá gostar. A editora é de Jundiaí, a "In house".